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	<title>Comentários sobre: CABO WILSON</title>
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	<description>música, cultura e arte</description>
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		<title>Por: Marcello Laranja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcello Laranja]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 13:34:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meu cumpadi René Ruas, aqui representado pelo Zé do Camarim, é bom de pena, escreve bem, manso e pacífico, pega na veia a história e desenvolve com leveza. Me agrada muito seu jeito de fazer a coisa, tem talento, feeling de escritor, contador de causos e aqui mais um exemplo. Grande Wilson Batista, o Cabo, também bom de caneta, compunha como ninguém e também vendia como ninguém. Era duro, pouca cultura, caiu na Lapa dos capoeiras vindo de Campos dos Goitacazes, sua terra natal. Veio se aperfeiçoando com o passar do tempo. Não brigou com Noel, não, ao contrário, eram amigos, não eram de arenga e chegaram até a compor juntos, &quot;Terra de cego&quot; é exemplo típico.   Trabalhando em Santos, na PRG-5, conheceu Telma, a santista, a última companheira. A levou para o Rio, lá ficou famosa, apelidaram-na de &quot;Paulista&quot;, encrenqueira como ela só, batia até em homem, armava cada barraco que não era mole, não. Mas, na hora do amor, era caliente. Pra ela, Cabo Wilson compôs &quot;Nega Luzia&quot;, aquela mesmo que &quot;recebeu um Nero e queria botar fogo no morro&quot;. Valeu cumpadi, desculpe, deu na telha, não foi combinado, nasceu, brotou. Abraços.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu cumpadi René Ruas, aqui representado pelo Zé do Camarim, é bom de pena, escreve bem, manso e pacífico, pega na veia a história e desenvolve com leveza. Me agrada muito seu jeito de fazer a coisa, tem talento, feeling de escritor, contador de causos e aqui mais um exemplo. Grande Wilson Batista, o Cabo, também bom de caneta, compunha como ninguém e também vendia como ninguém. Era duro, pouca cultura, caiu na Lapa dos capoeiras vindo de Campos dos Goitacazes, sua terra natal. Veio se aperfeiçoando com o passar do tempo. Não brigou com Noel, não, ao contrário, eram amigos, não eram de arenga e chegaram até a compor juntos, &#8220;Terra de cego&#8221; é exemplo típico.   Trabalhando em Santos, na PRG-5, conheceu Telma, a santista, a última companheira. A levou para o Rio, lá ficou famosa, apelidaram-na de &#8220;Paulista&#8221;, encrenqueira como ela só, batia até em homem, armava cada barraco que não era mole, não. Mas, na hora do amor, era caliente. Pra ela, Cabo Wilson compôs &#8220;Nega Luzia&#8221;, aquela mesmo que &#8220;recebeu um Nero e queria botar fogo no morro&#8221;. Valeu cumpadi, desculpe, deu na telha, não foi combinado, nasceu, brotou. Abraços.</p>
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